25/11/2013

Rebecca York - Impossível Esquecer


Mistério e sedução sob o luar!

Nova Orleans é o lugar perfeito para Maximillian DeMario. Habituado à atmosfera sombria de Londres, ele se deslumbra naquela cidade moderna, que pulsa com todo tipo de prazeres proibidos, que oferece tudo o que um homem poderia desejar. Especialmente um homem como ele... Porém, cada encontro romântico não passa de uma pálida sombra da paixão arrebatadora pela qual Maximilian anseia. Até que Mary Hellen Lawson surge em sua vida.
Sem inspiração para continuar a pintar quadros que tenham algum significado para si mesma, Mary Hellen muda-se para Nova Orleans com a esperança de que o clima de mistério e sensualidade do famoso Bairro Francês estimule sua criatividade. O que mais a intriga, no entanto, é a aura de perigo que parece envolver Maximilian. E à medida que o relacionamento entre eles se torna mais íntimo, não é só a criatividade de Mary Hellen que é estimulada...

O QUE ACHEI:

Um dos primeiros livros sobre vampiros lançados pelas editoras de romances água-com-açúcar. Gostei, apesar de ser uma história curta. 

Na época em que foi lançado, o tema ainda era novidade. A heroína descobre por acaso que seu belo admirador era estranho, e depois saber que era um vampiro... deixou-a estarrecida. O final é ainda mais surpreendente. O vampiro tinha um problema - muito comum em mortos-vivos - que a amada ajuda-o a resolver. 



Para os anos 90 o livrinho era aceitável, embora estivesse na categoria dos "livrinhos estranhos"... Ou seja, algumas leitoras não conseguiam conceber a mistura de 'sobrenatural' e romance de amor. Depois, aos poucos, a mistura começou a agradar e o hoje em dia, tornou-se algo não só muito bem visto (do ponto de vista comercial, entre as editoras), como bem comum. Esse foi um dos pioneiros na chamada "literatura sobrenatural" ou "romance paranormal" como passou a ser designado nos Estados Unidos e Brasil.

Embora muitas garotas à época torcessem o nariz diante do "problema" do vampiro-mocinho, eu achei curioso. Está aí, um dos romancinhos água-com-açúcar que li numa passada só. E até gostei...

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