11/12/2012

Filme - ParaNorman

ParaNorman é um filme americano de animação,comédia e terror em 3D gravado em stop-motion produzido pela Laika, distribuído pela Focus Features e foi lançado em 17 de agosto de 2012.
Norman Babcock (Kodi Smit-McPhee) é um garoto que consegue ver e falar com os mortos. Entretanto, o único que acredita em suas habilidades é Neil, um amigo excêntrico. Um dia, o tio de Norman conta sobre um importante ritual anual realizado na cidade, com o objetivo de protegê-la de uma maldição jogada por uma bruxa séculos atrás. Norman resolve ajudar no ritual, mas as coisas não saem como planejado e uma nuvem mágica faz com que os mortos se levantem das tumbas da cidade.

Data de lançamento: 3 de agosto de 2012 (mundial)

Direção: Chris Butler, Sam Fell
Lançamento em DVD: 27 de novembro de 2012
Duração: 93 minutos
Roteiro: Chris Butler

Fonte: Wikipédia.

O QUE ACHEI: 

Uma história de terror para crianças, que lembra muito as histórias da série "Goosebumps", uma série literária de R. L. Stine que também virou seriado, nos anos 90. Norman é considerado meio que uma aberração pelos colegas de escola, moradores da cidade e até pelo pai. Este é um homem grosseirão, que não deixa de xingar o menino, principalmente quando este conta que "falou de novo com a vovó" paterna (já que esta morreu). A mãe de Norman, por outro lado, é mais compreensiva. Sua irmã é outra que não lhe dá sossego, e também costuma chamá-lo de esquisito.

O filme é muito interessante, cheio de bons efeitos especiais, cômico e de suspense, ao mesmo tempo. Essa combinação (comédia + suspense) dá o tempero ideal à trama, já que como filme infanto-juvenil precisa ter sua dose de comicidade e muita ação. O tema sobrenatural é o fato de Norman ser mesmo um "paranormal" (paraNorman, como o chamam os meninos da escola) e ter que enfrentar a maldição da Bruxa, que trará os mortos do passado de volta à vida, em forma de zumbis...

 Muito bem feito, com risadas e sustos garantidos, ParaNorman é um filme que vai encantar todos os membros da família - e tem ainda um toque muito terno e comovente, no final. É quando Norman mostra a todos que "ser diferente" não é motivo para se sofrer preconceitos, zombarias ou bullying... e que a compreensão e afeto pode ser a cura para qualquer mal.



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