20/03/2012

Rachel Lee - Escolha Fatal




Uma Escolha... Duas Escolhas... ou Três Escolhas Fatais?

"A ÚNICA maneira de Jennifer se libertar da enorme dor da perda do marido e dos filhos em um acidente de avião era ela mesma morrer. Por isso, decide contratar o seu próprio assassino. Mas Jennifer descobre que o avião tinha sido sabotado, e que ela era o alvo. Agora, mais do que nunca, Jennifer encontra um bom motivo para viver. E sua sede é de vingança.
Só restava um alívio para a dor que Jennifer Fox sentia desde que o marido e os filhos morreram em um acidente com o avião no qual ela deveria estar. Jennifer quer morrer. E está disposta a contratar a próprio assassino. Como advogada, sabe que existem homens que fazem tudo por dinheiro. Rook Rydell não é um deles. Ele não liga a mínima para muitas coisas, mas assassinato contraria os seus princípios. Rook não quer ter nenhuma responsabilidade em relação ao impulso autodestrutivo de Jennifer... na verdade, prefere ficar o mais longe possível dela."
 
O QUE ACHEI:
Jennifer é uma mulher praticamente com um pé na cova. Literalmente. Depois de sofrer horrores com a morte e a perda da família inteira, marido e dois filhos, ela quer a morte, e chega a pagar por isso. Um matador de aluguel ! Eu achei algo exagerado, isso de a autora colocar tal decisão  na história. Não faz muito sentido uma pessoa querer morrer e pagar para isso. Existem sempre outros métodos eficazes, rápidos e práticos, embora não menos reprováveis. Isso, a meu ver, foi uma apelação um tanto quanto desconexa. Mas enfim, na ficção e no papel, tudo é válido... Mas essa não foi a única escolha fatal de Jennifer. Mais tarde, ela descobre que o marido e os filhos foram assassinados (e não vítimas de um acidente), e que ela é a principal suspeita. Então, ela foge (precisa fugir, ou vai para a cadeia). Bem, essa segunda escolha também foi fatal. Mas felizmente, a terceira e fatal escolha, foi ter procurado e conhecido Rook, um mercenário durão e relativamente rude, que a auxiliara no início, a encontrar (de maneira indireta) o assassino de aluguel. Rook mostra-se cínico, ríspido e mal-humorado a princípio, mas depois... acaba se tornando o melhor amigo e protetor da desesperada Jennifer.



Um romance bacana, com muitas cenas calientes e descrições psicológicas dos personagens, algumas que nos fazem refletir sobre a vida e muitas das escolhas que fazemos. Uma lição que fica, é que não há bem que nunca se acabe, e mal que sempre dure. E que temos de dar sempre uma chance a mais à vida, mesmo quando acharmos que ela não vale a pena.









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